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Mil quinhentos e vinte exemplares de livros da colectanêa “Gosto de Ler” foram entregues, recentemente, a duas instituições de ensino da província de Nampula, pelo Standard Bank, numa iniciativa que visa incentivar o hábito de leitura, promover o acesso ao conhecimento e reforçar o compromisso com o desenvolvimento da educação no país.
Trata-se da Escola Secundária de Nampula, contemplada com 780 exemplares, e Academia Militar Marechal Samora Moisés Machel, que recebeu 740 livros, num gesto que vai contribuir sobremaneira para o enriquecimento dos acervos bibliográficos e para o fortalecimento dos processos de ensino e aprendizagem.
Falando na ocasião, Sílvio Khan, gerente regional Norte do Standard Bank, sublinhou que a iniciativa visa incentivar o gosto pela leitura no seio dos adolescentes e jovens, ao mesmo tempo que reafirma a importância da educação para o desenvolvimento social e económico das comunidades.
“Num contexto em que o acesso ao conhecimento é cada vez mais determinante, acreditamos que cada livro oferecido representa uma oportunidade para aprender, questionar, imaginar e criar”, referiu.
Acrescentou que o sector financeiro deve participar activamente na construção de comunidades mais informadas e preparadas para o futuro.
Ademais, em representação dos alunos da Escola Secundária de Nampula, Francisco Mindoro considerou que a oferta constitui um importante incentivo ao desempenho académico e ao desenvolvimento pessoal dos estudantes.
“Os livros que recebemos irão ajudar-nos a desenvolver o hábito da leitura, ampliar os nossos conhecimentos e preparar-nos melhor para os desafios do futuro”, disse.
Lançada em Agosto deql 2025, a colectânea “Gosto de Ler” resulta de uma parceria entre o Standard Bank e a Fundação Fernando Leite Couto, que viabilizou a produção de 25 mil exemplares e a sua distribuição a cerca de 40 bibliotecas, escolas, universidades e associações juvenis em todo o país.
A colectânea reúne obras de cinco autores de referência da literatura moçambicana, nomeadamente Mia Couto, Paulina Chiziane, João Paulo Borges Coelho, Albino Magaia e Lília Momplé, contribuíndo para a valorização da identidade cultural e para a democratização do acesso à literatura.
