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Reduzir a desnutrição crónica infantil de trinta e sete por cento para menos de trinta; a insegurança alimentar crónica de vinte e quatro para menos de catorze por cento e a anemia em mulheres em idade reprodutiva de cinquenta por cento para menos de vinte e cinco são algumas das metas definidas no âmbito da Política e Estratégia de Segurança Alimentar e Nutricional (PESAN 2024–2030).
Além disso, a estratégia procura reduzir as perdas pós-colheita em dez pontos percentuais, aumentar a produção e a disponibilidade de alimentos, diversificar culturas e garantir dietas mais nutritivas para as famílias.
Sucede que, apesar de ter registado uma redução de quatro pontos percentuais nos últimos anos, Moçambique continua a enfrentar elevados níveis de desnutrição crónica, mantendo-se entre os países com os piores indicadores na África Austral.
Na província da Zambézia, por exemplo, mais de quarenta por cento das crianças sofrem com as consequências da desnutrição, evidenciando a necessidade de acções coordenadas para gerar resultados de longo prazo. Leia mais…
