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Moçambique e Zâmbia avaliam propostas de produtos para o comércio transfronteiriço simplificado

Moçambique e Zâmbia pretendem implementar um regime simplificado de comércio, com vista a dinamizar as transações económicas entre os dois países. O novo acordo, que abre uma nova página de cooperação, pretende eliminar barreiras comerciais entre as duas nações através da fronteira entre Cassacatiza, do lado moçambicano, e Chanida, na Zâmbia.A medida enquadra-se no modelo de fronteira de paragem única, concebido para eliminar entraves burocráticos, acelerar o fluxo de mercadorias e promover maior formalização das actividades comerciais ao longo das zonas fronteiriças.A fronteira, que se prevê que entre em funcionamento na fase piloto, deverá juntar Chanida e Cassacatiza, funcionando 24 horas por dia.No âmbito destas negociações, já foram submetidas propostas contendo a lista de produtos essenciais que deverão integrar este regime jurídico fronteiriço, com destaque para os bens de consumo básico e produtos ligados ao agronegócio e pequenas indústrias.Recorde-se que, em 2025, os governos de Moçambique e da Zâmbia assinaram, em Lusaka, um acordo para a implementação da Fronteira de Paragem Única (FPU), um marco significativo no fortalecimento das relações bilaterais e na promoção da facilitação do comércio e da conectividade regional.A introdução da Fronteira de Paragem Única visa simplificar e acelerar os procedimentos fronteiriços, através da redução do tempo e dos custos de trânsito de mercadorias e pessoas, bem como criar condições mais favoráveis para o comércio transfronteiriço. Esta iniciativa insere-se no esforço conjunto dos dois países para tornar os corredores de transporte mais eficientes e competitivos.Para além deste projecto, Moçambique e Zâmbia comprometeram-se, também, a trabalhar, de forma coordenada, no desenvolvimento e melhoria dos fluxos logísticos dos Corredores da Beira e de Nacala, dois eixos estratégicos para a integração económica da região.O reforço destas infra-estruturas e serviços logísticos permitirá aproximar ainda mais o empresariado zambiano dos portos moçambicanos, o que vai potencializar as exportações e importações através de rotas mais curtas, seguras e económicas. (Foto DR)span{width:5px;height:5px;background-color:#5b5b5b}#mailpoet_form_3{border:0 solid #000;border-radius:0;color:#fff;text-align:left}#mailpoet_form_3 form.mailpoet_form{padding:0}#mailpoet_form_3{width:100%}#mailpoet_form_3 .mailpoet_message{margin:0;padding:0 20px}#mailpoet_form_3 .mailpoet_validate_success{color:#00d084}#mailpoet_form_3 input.parsley-success{color:#00d084}#mailpoet_form_3 select.parsley-success{color:#00d084}#mailpoet_form_3 textarea.parsley-success{color:#00d084}#mailpoet_form_3 .mailpoet_validate_error{color:#cf2e2e}#mailpoet_form_3 input.parsley-error{color:#cf2e2e}#mailpoet_form_3 select.parsley-error{color:#cf2e2e}#mailpoet_form_3 textarea.textarea.parsley-error{color:#cf2e2e}#mailpoet_form_3 .parsley-errors-list{color:#cf2e2e}#mailpoet_form_3 .parsley-required{color:#cf2e2e}#mailpoet_form_3 .parsley-custom-error-message{color:#cf2e2e}#mailpoet_form_3 .mailpoet_paragraph.last{margin-bottom:0}@media (max-width:500px){#mailpoet_form_3{background-image:none}}@media (min-width:500px){#mailpoet_form_3 .last .mailpoet_paragraph:last-child{margin-bottom:0}}@media (max-width:500px){#mailpoet_form_3 .mailpoet_form_column:last-child .mailpoet_paragraph:last-child{margin-bottom:0}}]]>

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