EM 2025: Porto de Maputo movimentou 32 milhões de toneladas

Japoneses buscam oportunidades de negócio no Corredor de Nacala

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Representantes de trinta empresas japonesas encontram-se no país para reforçar parcerias e identificar potencialidades e oportunidades de negócio, sobretudo no Corredor de Desenvolvimento de Nacala, província de Nampula, infra-estrutura logística que liga o Porto de Nacala, Moatize e países vizinhos, nomeadamente Malawi e Zâmbia.

A presença dos empresários japoneses em Moçambique surge em resposta à promoção de investimentos no Corredor de Desenvolvimento de Nacala e Economia Azul feita, no ano passado, pelo Presidente da República, Daniel Chapo, em Japão, durante a nona Conferência Internacional de Tóquio para o Desenvolvimento de África (TICAD 9).

Na ocasião, aquele país asiático anunciou um pacote de financiamento à África, na ordem de 5,5 milhões de Dólares, para apoiar o sector privado, infra-estruturas e desenvolvimento económico, sendo que aquele corredor foi um dos pontos beneficiários.

Neste contexto, o Governo moçambicano apresentou aos empresários japoneses, semana passada, em Maputo, durante a Conferência sobre o Desenvolvimento do Corredor de Nacala, as oportunidades de negócio nas áreas de infra-estruturas, agricultura, pesca e floresta, minérios e energia, recursos a serem explorados ao longo do corredor e exportados através do Porto de Nacala.

O chefe do Departamento de Zonas Económicas Especiais na Agência de Promoção de Investimento e Exportação (APIEX), Emílio Almoço, destacou que o país possui, ao longo do corredor, o Terminal de Nacala-a-Velha, infra-estrutura que manuseia carvão mineral, e a linha-férrea que permite explorar o potencial dos países do hinterland.

“O empreendimento, recentemente modernizado, tem capacidade de movimentar 10 milhões de toneladas por ano, mas até o momento manuseia apenas 3,5 milhões. Portanto, há necessidade de promover a produção em zonas industriais para podermos gerar carga suficiente para dinamizar as operações portuárias”, sublinhou.

O sector empresarial afirmou que, para tornar apetecível o investimento no Corredor de Nacala, há necessidade de se melhorar as infra-estruturas rodoviárias e ferroviárias, por forma a evitar o congestionamento que se assiste à entrada do porto. Leia mais…

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