No futebol, são cidadãos de segunda classe por gostarem, ou parecerem gostar, de fazer algo inconcebível numa modalidade desportiva: correr. Equivalem à casta indiana dos intocáveis, atrás dos saltadores e dos velocistas, as duas outras estirpes de penetras cujo fedor não há meio de desentranhar dos balneários. O corredor (ou seja, Leandro Barreiro) é um furúnculo na nádega esquerda* de cada legítimo apreciador do jogo.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.
Leandro e o triunfo do barreirense
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