Demência: “Temos 75% destas pessoas dentro de casa, o tempo todo”

Demência: “Temos 75% destas pessoas dentro de casa, o tempo todo”

O geógrafo Miguel Padeiro, professor da Universidade de Coimbra (UC) e investigador do CEGOT – Centro de Estudos de Geografia e Ordenamento do Território da UC, coordena com Paula Santana, do mesmo centro, o projecto SINDIA, acrónimo inglês para Desigualdades Socioespaciais na Demência. Com financiamento, até 2026, da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), o projecto está a desenvolver um conjunto de estudos que pretendem dar a conhecer a realidade das pessoas com demência em Portugal — mais de 200 mil, segundo dados recentes, um número que deverá crescer, dado o envelhecimento populacional —, especialmente na forma como as desigualdades económicas, sociais, territoriais ou educacionais afectam a sua vivência e a dos que deles cuidam. E como as políticas públicas podem (e devem) melhorar as condições existentes. Os primeiros resultados mostram um número alarmante de idosos com demência institucionalizados sem acesso ao mundo exterior, a falta de recursos existentes nas ERPI (Estruturas Residenciais para Pessoas Idosas) e como a regulamentação, formação e valorização das carreiras pode marcar a diferença e melhorar a qualidade de vida destas pessoas.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.

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