Em teoria, o pacote de medidas proposto por Bruxelas para fomentar a poupança de longo prazo parece fácil de concretizar, mas não tem carácter obrigatório. Entre as propostas está a criação de sistemas de inscrição automática dos trabalhadores em planos complementares de reforma, acompanhada idealmente com a contribuição financeira das empresas na mesma proporção. Ou ainda o desenvolvimento de painéis de informação que permitam conhecer a reforma/rendimento previsível a cada momento. Apresentadas pela comissária para a União da Poupança e Investimento, Maria Luís Albuquerque, as propostas visam particularmente os jovens, tendo em conta a perspectiva, embora não consensual, de que, quando se reformarem, terão pensões significativamente mais baixas face ao último salário. O prazo de concretização é incerto.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.
O que recomenda Bruxelas para aumentar poupança para a reforma?
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