Titus Andronicus, que se acredita ser das primeiras peças de William Shakespeare, “é, por muitos, considerada um pouco imperfeita”, recorda José Nunes. Não obstante, o encenador, dramaturgo e actor reconhece nesta tragédia do histórico dramaturgo inglês uma “actualidade assustadora”. A guerra, a sede de poder, a vingança como motor, está aqui tudo, num tempo em que “a violência ressurge com novos rostos, sob discursos autoritários de guerra justa e paz imposta pela força”, num tempo em que “se normaliza a violência como forma de resolução de conflitos”, pode ler-se no site da Estrutura, a companhia de teatro portuense que José Nunes mantém, desde 2009, com a sua parceira, Cátia Pinheiro.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.
A Estrutura vê os nossos dias na guerra e sede de vingança de <em>Titus</em>, de Shakespeare
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