Laranjeira dedicou a vida à investigação sócio-cultural

Laranjeira dedicou a vida à investigação sócio-cultural

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Falecido na terça-feira, em Maputo, vítima de doença, Rui Laranjeira, historiador, gestor cultural e co-fundador do Museu Mafalala, dedicou a sua vida à investigação sócio-cultural.

Laranjeira formou-se em história com a tese “A Marrabenta: sua Evolução e Estilização, 1950-2002” pela Universidade Eduardo Mondlane (UEM) e fez um mestrado em Gestão de Património Cultural na Austrália.

Publicou depois esta tese em livro.Teve um percurso marcado pela academia, docência e investigação, com uma forte paixão pela música urbana (marrabenta, unsi e pandza) e história social da periferia de Maputo.

Laranjeira dedicou-se ainda à pesquisa sobre o património cultural presente neste território e a construção de narrativas alternativas.

Laranjeira é co-fundador do Museu Mafalala, tendo liderado o processo de pesquisa e documentação, o conceito comunitário e a construção do discurso expositivo, projecto que personifica a essência do seu legado.

O último adeus ao historiador terá lugar amanhã através de um velório e elogio fúnebre no Museu Mafalala, seguido de missa de corpo presente na Sá Catedral de Maputo e funeral no Cemitério de Lhanguene.

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