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O Instituto Nacional de Segurança Social (INSS) distinguiu, esta sexta-feira, os melhores trabalhos jornalísticos na área da segurança social obrigatória, no âmbito da quinta edição do prémio anual que abrange as categorias de televisão, rádio e imprensa escrita, digital.
Na categoria de imprensa escrita, o primeiro lugar foi atribuído à jornalista Nércia Langa, do Diário de Moçambique, com o trabalho intitulado “Cresce a consciência entre os empregados domésticos, mas atenção ainda é baixa”. O segundo lugar coube a Atália Silva, do Jornal Público, enquanto o terceiro prémio foi partilhado pelos jornalistas Esmeraldo Boquisse e Valdo Nazáre, do Jornal Notícias, com a reportagem “Viúvas não cobertas pelo INSS entre a dignidade e a indigência”.
Na rádio, o primeiro classificado foi Victor Arcanjo África, da Rádio Moçambique, com o tema “Impacto da segurança social na sociedade”. O segundo lugar foi conquistado por Flávia Sitela, igualmente da Rádio Moçambique, com o trabalho “Os ganhos da inscrição dos trabalhadores por conta própria no sistema de segurança social obrigatória”. Já o terceiro lugar, foi atribuído a Domingos Matalane, também da Rádio Moçambique, com o tema “Impactos dos benefícios conseguidos pelo sistema de segurança social na vida dos beneficiários e pensionistas”.
Na categoria de televisão, o primeiro prémio foi entregue a Geraldo Cinquenta, com o trabalho “Trabalhadores por conta própria e empregadas domésticas cada vez mais preocupados com a inscrição no sistema de segurança social obrigatória”. Em segundo lugar ficou Dinillia Pereira, da TVM, com o tema “Ametramo pede taxas bonificadas ao INSS”, enquanto o terceiro lugar foi atribuído a Jorge Matavele, da TV Miramar, com a reportagem “O INSS prioriza novas e antigas profissões para aplicar cobertura social em Moçambique”.
