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“Nós, a FRELIMO, somos um partido da paz, da democracia e do desenvolvimento. Somos um partido líder das transformações, a verdadeira força da mudança, sempre atento e aberto para assumir e implementar as reformas que se mostram necessárias em cada fase da nossa história colectiva”.
A afirmação é do Presidente do partido desta formação política, Daniel Chapo, por ocasião da abertura da Reunião da Direcção do partido com os Dirigentes das Organizações Sociais, que decorre hoje na Matola, província de Maputo.
Destacou que enquanto alguns líderes de partidos políticos enveredam numa política do ódio e do caos, promovendo incidentes que geram desordem e de forma propositada, “nós apostamos no diálogo genuíno, para permitir que cada moçambicano participe de forma construtiva na formulação de políticas de desenvolvimento nacional”.
Explicou que o sucesso, da FRELIMO reside na capacidade dos seus órgãos a todos os níveis, das suas organizações sociais, dos quadros, dos membros e simpatizantes de se focarem no objectivo central de servir o povo, reconhecendo e corrigindo as falhas que surjem no processo de trabalho.
Participam na reunião os secretários gerais das organizações sociais do partido, desde o nível central até à base, designadamente, Associação dos Combatentes da Luta de Libertação Nacional (ACLLN), Organização da Mulher Moçambicana (OMM) e Organização da Juventude Moçambicana (OJM).
O encontro tem três objectivos principais, a saber: Aprofundar o papel das organizações sociais no actual contexto político nacional; Promover a participação das organizações sociais no processo de criação dos alicerces para a independência económica e Intensificar o combate cerrado contra a corrupção, o tribalismo, o divisionismo entre tantos outros males que afectam o partido.
Acontece numa altura em que o partido está a preparar a realização da nossa 11ª Conferência Nacional de Quadros, agendada para Agosto deste ano, em Chimoio, província de Manica, em que se tem a plena certeza de que os dirigentes da ACLLN, da OMM e da OJM irão, mais uma vez, mostrar maturidade e apontar, sem rodeios, aquilo que deve ser ultrapassado para reforçar a confiança do povo e prosseguir a missão histórica da FRELIMO de não só libertar a terra e o homem, mas também alcançar a independência económica para todos os moçambicanos.
