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“A antiga Primeira-Ministra, Luísa Diogo nunca deixou que o reconhecimento a afastasse do essencial, que a grandeza pública lhe roubasse a humildade e a humanidade, nem que o prestígio apagasse a sua simplicidade”.
O pronunciamento é do Presidente da República, Daniel Chapo, no elogio fúnebre, da antiga governante, cujos restos mortais foram a enterrar esta tarde, no cemitério de Lhanguene.
O Chefe do Estado moçambicano, destacou que o país despediu-se de Luísa Diogo com dor. “Mas também com gratidão, com respeito e com orgulho, porque ela foi uma mulher que serviu, sem se servir e que marcou a história sem precisar de se exibir, nem uma única vez”.
Acrescentou que a sua obra fica nas instituições que ela ajudou a erguer. “Fica na credibilidade que ajudou a consolidar, nas mulheres que inspirou, nos jovens para quem provou que é possível chegar mais longe, tendo nascido numa simples machamba de arroz em Tete, até Primeira-Ministra da República de Moçambique”, destacou o Presidente Chapo.
