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A China começou, ontem, a aplicar o Imposto sobre Valor Acrescentado (IVA), em relação a preservativos e pílulas, após queda da natalidade.
Pela primeira vez em mais de três décadas, como parte dos esforços para incentivar os casais a terem mais filhos, aqueles produtos deixam de estar isentos de imposto e passam a estar sujeitos à taxa normal de 13 por cento, aplicável à maioria dos bens de consumo.
No passado, quando o gigante asiático estava sob a política do filho único, a isenção fiscal garantia o acesso a produtos contraceptivos básicos.
