As previsões catastrofistas de Thomas Malthus, em 1798 e, quase dois séculos mais tarde, de Paul Ehrlich, no seu influente livro The Population Bomb, anunciavam um futuro catastrófico para a humanidade marcado pela explosão demográfica, pela escassez de recursos e pelo colapso social causado pela sobrepopulação do planeta. Essas visões catastrofistas influenciaram políticas públicas em vários países, sendo o caso mais emblemático a política chinesa do filho único, implementada em 1979 e em vigor até 2015. Esta política acabou por ter profundas consequências negativas, que incluem um desequilíbrio entre géneros devido ao recurso generalizado ao aborto selectivo, o envelhecimento acelerado da população, uma pressão enorme sobre as novas gerações para suportarem os pais e os avós e um impacto negativo e permanente no crescimento económico.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.
A bomba-relógio demográfica
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