Estava a almoçar com o meu filho mais velho e a queixar-me de que queria escrever esta crónica sobre a violência contra as mulheres, mas sentia uma enorme frustração, porque é um tema que daria para um ou mais livros, com tantos ângulos possíveis e ainda tanto por (des)construir (apesar de muito já ter sido dito e repetido). Sabia, no entanto, que queria insistir na questão da invisibilidade dos homens enquanto agressores, sobre o facto de a violência contra as mulheres ser apresentada como uma violência sem autoria ou de autoria vaga.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.
“Mãe, é porque se dão conta de que a mulher é uma pessoa!”
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