Foi há 25 anos: nascia o então Y, o suplemento de Cultura do PÚBLICO. Estamos há um quarto de século a acompanhar as coisas da cultura — quem a faz, o que faz, porque faz e o que é que essas coisas dizem do mundo.
Thank you for reading this post, don't forget to subscribe!Quisemos, por isso, fazer uma revista especial que olhasse para o passado, o presente e o futuro. E fazer uma festa (é esta quinta-feira, no Lux, em Lisboa, e requer pré-inscrição).
Em 96 páginas, com o preço de 9,90 euros (e uma capa inédita pelo artista Aka Corleone), passamos em revista os últimos 25 anos da cultura portuguesa a partir do olhar que a ela dedicámos nesse período.
O Ípsilon sempre procurou identificar o que é novo na cultura e quisemos honrar esse ADN, ao escolher 25 nomes das artes nacionais — da literatura à música, do cinema à dança — em que apostámos no tempo certo e que continuamos a seguir, até hoje. Mas quisemos olhar para a frente e escolhemos outros 25 criadores portugueses que vão marcar o futuro.
Mergulhamos no arquivo do suplemento e contamos como foram os nossos primeiros meses, esse distante tempo em que Amnesiac dos Radiohead era recebido como obra-prima e os robôs tomavam conta dos ecrãs de cinema. Seguimos caminho, ano após ano, e escolhemos 25 imagens memoráveis dos nossos fotojornalistas (de Pina Bausch a Buraka Som Sistema).
Nesta edição, entre outros temas, temos ainda:
— O século da “retromania” não matou o futuro — entrevista com Simon Reynolds;
— Um editor e um tradutor literários discutem a revolução da inteligência artificial;
— A história do Auto-Tune, som definidor do século XXI;
— Porque é que temos tantas saudades da Internet de há 25 anos?
— As guerras culturais e a “revolução reaccionária” em curso;
— O que faz a arte ao cérebro? A ciência explica.
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