A Nokia, que passou quase toda a primeira década deste milénio como líder mundial na venda de telemóveis e smartphones, chega a meados da terceira década em mais um processo de redução da sua força laboral no mundo, prevendo a multinacional de telecomunicações finlandesa cortar mais 14 mil empregos a nível global até ao final de 2026. E a pergunta que se coloca, no dia em que o país surge mais uma vez no primeiro lugar na lista dos mais felizes do mundo, é se, tal como uma a sua maior empresa de telecomunicações, a Finlândia estará a viver os últimos anos de felicidade antes da crise económica arrebatar o sorriso dos lábios dos seus habitantes?Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.
A Finlândia ainda é o país mais feliz do mundo, mas até quando?
Thank you for reading this post, don't forget to subscribe!
