Depois da lição de História de 2024, Marcelo Rebelo de Sousa escolheu encerrar as suas intervenções no Parlamento como chefe de Estado com uma ode à “temperança” e à união. Algo que faltou neste final de manhã de 25 de Novembro no plenário, em que esquerda e direita continuaram a cavar trincheiras sobre a data, com a primeira a recusar equiparações e a colocar o 25 Abril como o momento fundador da liberdade, e a segunda a defender que o 25 de Novembro foi fundamental para evitar uma ditadura de sinal contrário. O presidente do Parlamento, na mesma esteira de Marcelo, concentrou-se numa mensagem de esperança para os mais novos.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.
Num 25 de Novembro bipolarizado, Marcelo despede-se a pedir “temperança” contra divisionismos
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